17 mortos em Arauca após confronto entre dissidentes das FARC e do ELN

O departamento de Arauca está em estado de alerta devido ao fato de que existem vários confrontos promovidos pelos guerrilheiros do ELN e pelos dissidentes das FARC em vários municípios do departamento: Saravena, Tame, Fortul e Arauquita.
Segundo as autoridades, os confrontos entre esses grupos ilegais deixaram pelo menos 17 mortos. Em um dos eventos, segundo informações preliminares, quatro pessoas foram assassinadas na zona rural de Saravena e outras quatro em Tame.
De acordo com informações preliminares, mais de 2.000 pessoas teriam que se deslocar antes dos confrontos que não param, denunciaram às autoridades desses municípios.
“Faço um apelo respeitoso ao ELN e ao GAO, as FARC, para que cumpram o Direito Internacional Humanitário, respeitem a vida da população civil”, disse Juan Carlos Villate, representante de Tame, por meio de um comunicado.
Por isso, fazem um apelo urgente às autoridades para que marcem presença na área e apoiem as comunidades que estão no meio do fogo cruzado.
“Solicita-se que a Força Pública esteja disposta a proteger a vida da população civil que hoje é afetada pelo confronto entre as duas organizações armadas”, escreveram os funcionários de Fortul e Tame por meio de uma carta.
Por isso, também exigiu “com urgência a criação de corredores humanitários seguros, para que a população civil possa sair de seus territórios, bem como a disponibilização de abrigos decentes para atender a mais de 2.000 mil pessoas” que buscam proteger suas vidas. .
Enquanto isso, também por meio de nota, o prefeito de Arauquita, Etelivar Torres Vargas, rejeitou os acontecimentos violentos que vêm gerando “estupor, medo e ansiedade” na população e pediu que o diálogo seja o mecanismo de resolução dos conflitos.
O prefeito de Arauquita, Etelivar Torres, disse que não foi possível verificar o número de mortos nos confrontos entre dissidentes das FARC e do ELN, mas versões preliminares sugerem que seriam 17 mortes em diferentes municípios.
Por sua vez, a Diocese de Arauca fez um forte apelo ao respeito à vida e “deixar a população civil fora dos confrontos e hostilidades, aplicando todo o Direito Internacional Humanitário”.


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